Viabilidade e lucratividade em tempos de Reforma
Estratégia tributária para proteger margens, fluxo de caixa e equilíbrio econômico em obras e empreendimentos.
Impactos críticos
Desequilíbrio entre tributação de insumos e serviços.
Convivência de sistemas em obras de longo prazo.
Como ajudamos
Simulação de cenários para VGV e margem.
Auditoria de créditos de construção e empreitadas.
Revisão de contratos com fornecedores e clientes.
Metodologia aplicada ao setor
Diagnóstico e Planejamento Estratégico
Análise da operação, impactos fiscais, créditos, débitos, capital de giro e criação de um comitê dedicado para a transição.
Otimização de Processos e Compliance
Saneamento de cadastros, revisão de políticas contratuais, compras, parceiros e treinamento das equipes envolvidas.
Estratégias de Mercado e Precificação
Revisão de preços, contratos e posicionamento competitivo para preservar margem durante a convivência dos sistemas.
Tecnologia e Gestão Financeira Integrada
Adequação de ERPs, obrigações acessórias, escrituração, gestão de créditos de IVA e preparação do fluxo de caixa.
Perguntas frequentes
Dúvidas comuns de empresas do setor sobre IBS, CBS e transição do IVA dual.
A alíquota do IBS na construção civil é mesmo 50% menor?
Sim. A LC 214/2025 prevê redução de 50% na alíquota de IBS e CBS para alienações e serviços de construção civil, resultando em alíquota efetiva de aproximadamente 13,25%. Operações de locação de imóveis têm redução ainda maior — 70%, com alíquota efetiva em torno de 7,95%. Mas a aplicação correta depende da classificação da operação e do regime da empresa.
O RET (Regime Especial de Tributação) continua válido com a Reforma?
O RET está em processo de revisão no contexto da Reforma. Incorporadoras que hoje utilizam o RET precisam acompanhar de perto a regulamentação em curso para saber como o regime será tratado durante a transição — e se haverá equivalente no novo sistema ou se o enquadramento mudará com a extinção progressiva do PIS/COFINS e ICMS/ISS.
Como tratar contratos de obra em andamento durante a convivência dos dois sistemas?
Obras de longo prazo são o maior desafio da Reforma para a construção civil. Durante o período de convivência (2026–2032), a mesma obra pode ser tributada parcialmente pelo sistema antigo e parcialmente pelo novo, com alíquotas e regimes distintos. Contratos sem cláusula de reequilíbrio correm o risco de absorver a variação tributária sem possibilidade de repasse. A revisão contratual é urgente.
Patrimônio de afetação e SPEs: como fica com IBS e CBS?
Patrimônio de afetação e SPEs são estruturas comuns em incorporação imobiliária. Com a Reforma, a apuração de IBS e CBS por regime de competência e o tratamento de créditos de construção civil precisam ser revistos para cada veículo jurídico. A segregação patrimonial não elimina a obrigação tributária — e a gestão de créditos nas SPEs exige atenção redobrada durante a fase de convivência.
Subempreitada e gerenciamento de obra têm alíquota reduzida de 30%?
Serviços de engenharia, arquitetura, topografia e gerenciamento de obras têm redução de 30% na alíquota do IVA conforme a LC 214/2025. Subempreitadas de construção civil seguem a regra dos 50%. A distinção entre o que é 'construção civil' e o que é 'serviço de engenharia' para fins de enquadramento de alíquota é técnica e pode ser contestada em auditoria — a classificação nas notas fiscais precisa ser precisa.
Obra em andamento ou empreendimento no papel?
Construção civil tem alíquota reduzida de 50% no IBS, mas contratos de longo prazo sem cláusula de reequilíbrio e obras que cruzam o período de transição precisam de atenção imediata. Mapeie o risco agora.
Próximo passo
Agende um diagnóstico estratégico da Reforma Tributária.
Entenda os impactos no seu setor, priorize riscos e saia com uma matriz inicial de decisões para jurídico, financeiro, tecnologia e contabilidade.